Confirme o segurado e o beneficiário antes de pagar
Seguradora e operadora de saúde pagam por eventos que acontecem longe delas: um sinistro, um reembolso, um resgate de previdência. Quanto mais digital o atendimento, mais o pagamento depende de saber que quem pede é o titular da apólice ou do plano. Atestado médico, laudo de oficina e boletim de ocorrência chegam por foto, e a pessoa que os envia precisa ser quem diz ser.
Cadastro do segurado com documento, selfie, prova de vida, situação do CPF e PEP e sanções, para saber quem é o titular antes de pagar.
- Reautenticação facialEm breve
- PEP e Listas Restritivas
"status": "approved"O problema
Em seguros e saúde, a fraude aparece no pagamento: a apólice contratada em nome de outra pessoa, o benefício recebido por quem não é o titular, o atendimento feito com a carteirinha de terceiro.
O cadastro com prova de vida estabelece quem é o titular. A reconfirmação do rosto no momento do pagamento está em preparação e, quando a venda abrir, confere que é ele quem está pedindo.
Como a verificação responde
Na contratação, a jornada de KYC de pessoa prova a identidade do segurado pelo documento, pelo rosto e pela presença diante da câmera, consulta a situação do CPF na fonte oficial e faz a triagem de PEP e sanções, com a versão de cada lista guardada para a trilha de diligência.
A situação cadastral do CPF faz diferença aqui: a apólice contratada ou o benefício pedido com o documento de uma pessoa falecida aparece antes do primeiro pagamento, com o ano do óbito, como fato para a sua regra agir.
No cadastro do corretor ou do parceiro que vende em nome da seguradora, a mesma jornada vale: quem distribui a apólice também precisa ter a identidade provada, e a procura de conta duplicada aponta o parceiro que volta com outro documento.
Na teleconsulta, a mesma lógica protege o atendimento: quando o beneficiário se apresenta pela câmera, a jornada de pessoa prova quem ele é antes da primeira consulta, e a carteirinha de outra pessoa deixa de abrir a porta. O mesmo vale para a retirada de medicamento de alto custo pago pelo plano.
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Módulos que o setor costuma ligar
- Reautenticação facialEm breve
Reconfirma, em poucos segundos, que quem executa uma ação sensível (um saque, uma troca de chave Pix, um login em aparelho novo) é a mesma pessoa que você já aprovou no onboarding: o titular faz a prova de vida e uma selfie, e o módulo compara essa selfie nova com a matrícula biométrica que nasceu do onboarding aprovado dele, sem pedir documento e sem re-onboarding. A matrícula é criada de graça no onboarding que você marcar para matricular, exige face match e prova de vida aprovados, e vive só na sua conta e no seu ambiente: não há base compartilhada entre clientes. Quem não tem matrícula, ou ficou 180 dias sem autenticar, vai para revisão em vez de ser recusado, e a matrícula expira de vez após um ano, quando o titular refaz o onboarding. Tentativas seguidas que não batem travam a matrícula, e a tentativa seguinte já responde que ela está travada, para você proteger a conta. A trava em si não dispara webhook.
Consulta o CPF e o nome do documento nas listas oficiais: PEP e expulsões da CGU, empresas inidôneas (CEIS e CNEP) e sanções internacionais da ONU, do OFAC (Tesouro dos EUA) e do Reino Unido. Não cobre a lista de sanções da União Europeia.
Como começar
Verifique na contratação e guarde o reference_id do segurado junto da apólice. A reconfirmação do rosto está em preparação; assim que a venda abrir, vai se apoiar na matrícula nascida nesse cadastro aprovado, e o seu sistema pedirá a selfie só no resgate, no sinistro ou na troca de beneficiário.
Para beneficiários e dependentes que também recebem valores, abra uma sessão de pessoa para cada um, com a própria referência, e ligue as verificações à apólice no seu sistema.
Desenhe com a área de sinistros os momentos em que a identidade precisa ser provada de novo e registre esse desenho desde já, para que a reconfirmação do rosto entre sem mudança de processo quando a venda abrir.
No canal de corretores, abra a sessão no momento da proposta digital, com o widget na página que o segurado já usa: ele conclui a verificação no próprio celular, e a proposta só segue para emissão com o evento aprovado.
Perguntas frequentes
Ler a documentaçãoO que acontece se o CPF do segurado aparecer como de titular falecido?
O check de situação falha, e o fato chega ao seu servidor com o ano do óbito e o código do comprovante da consulta. A sua regra decide se recusa, segura ou manda para análise, e o comprovante guardado responde a uma contestação.
Como vai funcionar a reconfirmação do rosto quando a venda abrir?
O titular fará só a prova de vida e a selfie, comparadas com a matrícula criada no cadastro aprovado, sem documento. A matrícula fica restrita à sua conta e nunca é comparada com clientes de outra empresa.
O que o segurado precisa ter em mãos?
O documento de identidade com foto e um celular com câmera. A captura acontece no navegador, sem aplicativo para instalar, e as imagens ficam no painel, fora do seu backend. Idosos e pessoas com pouca familiaridade com o celular podem fazer a captura com a ajuda de um familiar ou do corretor, desde que o rosto na câmera seja o do titular.
Quem na seguradora vê as imagens do segurado?
Só os perfis que você autorizar no painel. O evento que chega ao seu sistema leva o desfecho e os campos de cada passo, sem a selfie nem a foto do documento, o que mantém a mídia longe das áreas que não precisam dela.
Serve para plano odontológico, previdência e capitalização?
Serve para qualquer contratação feita a distância em que o titular recebe algum valor ou serviço: plano médico ou odontológico, seguro de vida, residencial, de automóvel ou de celular, previdência e capitalização. Em todos, a identidade é provada uma vez, no começo.
A seguradora pode verificar o segurado de novo na renovação?
Pode abrir uma sessão nova na renovação, com o mesmo reference_id da apólice, e comparar a situação do CPF e das listas com a da contratação. O histórico das duas verificações fica ligado ao mesmo segurado no seu sistema. Mudança de endereço, de estado civil ou de beneficiário são bons motivos para essa nova checagem.

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