Fraude
Para quem trabalha com prevenção a fraude
Quem trabalha com prevenção a fraude vive entre dois erros. Deixar passar o golpe custa dinheiro na hora; barrar o cliente legítimo custa conversão todo dia, e esse custo quase nunca aparece no relatório. Os artigos desta seleção tratam dos dois lados com o mesmo cuidado.
A seleção descreve a tipologia (identidade sintética, conta laranja, tomada de conta, golpe da falsa central, documento falso, ataque à câmera) e o que cada controle prova e não prova: prova de vida, busca de rosto duplicado, sinais de rede e de aparelho, listas internas de bloqueio. Onde existe avaliação pública com método, como as do NIST, o texto cita a avaliação pelo nome.
O ponto de partida é o funil: onde a fraude entra no cadastro digital, e onde ela só aparece depois da aprovação. Dali a seleção desce para o golpe específico e sobe para a decisão, que é onde a conta do falso positivo precisa estar escrita antes da regra entrar em produção.
- artigos na seleção
- 54
- fontes citadas
- 254
Por onde começar
- Onboarding digital e fraude de identidade, onde o funil vaza6 min de leitura
- Prova de vida, por que foto de foto engana sistema fraco6 min de leitura
- Falso positivo em verificação: o custo invisível que corrói conversão5 min de leitura
Todos os 54 artigos da seleção
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- Prova de humano na era do deepfake: a pergunta certa não é se o vídeo é falsoAnálise
- Retenção de 24 horas na exchange: a norma antifraude dos pagamentos chega às prestadoras de ativos virtuaisNorma explicada
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- Lista de permissão sem atalho: menos atrito para o cliente conhecido, sem dispensar a identidadeGuia
- Golpe em nome do verificador: por que quem faz KYC precisa de um aviso permanenteGuia
- CAPTCHA no cadastro: o que ele para e o que custaAnálise
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- Estimar idade pelo rosto: a precisão real e onde ela falhaAnálise
- Fraude no consignado: por que a biometria entrou no empréstimo do INSSGuia
- Viés demográfico em reconhecimento facial: o que a avaliação do NIST mediuAnálise
- Reautenticação biométrica depois do cadastro: contra o que você comparaGuia
- Viagem impossível: a regra que acusa o cliente honesto que negou a localizaçãoAnálise
- Cadastro de dispositivos no Pix: a Resolução BCB 403/2024 e o novo alvo da fraudeNorma explicada
- E-mail e telefone como sinal de risco antes de qualquer códigoAnálise
- Golpe do falso fornecedor: a fatura certa na conta erradaGuia
- Tomada de conta: quando a fraude começa depois do cadastro aprovadoGuia
- Blocklist entre empresas do mesmo grupo: quando o bloqueio pode atravessarGuia
- Blocklist interna: quando bloquear um documento e por quanto tempoGuia
- Como montar um time de prevenção a fraude do zeroGuia
- Conta duplicada encontrada: o que fazer depois da busca 1:NGuia
- Engenharia social contra o atendimento: o elo humano da fraudeGuia
- Fraude em indicação e cashback: quando a promoção vira prejuízoGuia
- Golpe da falsa central: anatomia do roubo de conta e as contramedidasGuia
- Selfie com documento na mão: o que essa foto prova e o que não provaGuia
- VPN, proxy e IP de datacenter no cadastro: o que o endereço de rede dizGuia
- Página de verificação falsa, quando o golpe imita o seu onboardingGuia
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- Ataques de repetição e automação contra formulários de cadastroGuia
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- Pix e o MED: como o Mecanismo Especial de Devolução funciona na práticaNorma explicada
- Resolução Conjunta 6/2023: compartilhar dados de fraude entre instituiçõesNorma explicada
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- Prova de vida: quanto custa de verdade rodar cada camadaAnálise
- Rede de fraude: por que ligar contas por IP e aparelho acusa família e escritórioAnálise
- Mulas financeiras e contas laranja: detecção pós-onboardingGuia
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