A tela pede RG, a pessoa fotografa a CNH e o extrator devolve campo vazio. Como classificar o tipo de documento no servidor e por que a divergência sozinha nunca deve reprovar ninguém.
Aprenda a separar breaking change real de evolução compatível e a avaliar changelog, prazo de depreciação, header Sunset e sandbox antes de fechar com um fornecedor de KYC.
O IP é o sinal mais fácil de coletar e o mais fácil de interpretar errado. O que dá para afirmar com o WHOIS, o que o CGNAT destrói e por que confiar no X-Forwarded-For é um convite à fraude.
A Lei Brasileira de Inclusão exige acessibilidade nos sites de empresas, e a captura de selfie e documento é a etapa que mais exclui. O que o WCAG 2.2 pede num fluxo de verificação.
Não existe base criminal única no país. O mapa real das certidões, federal, estaduais e de mandados, o que um nada consta prova de verdade e por que cobertura declarada vale mais que promessa de varredura.
A Circular BCB 3.978/2020 exige avaliação interna de risco documentada, aprovada e revisada. O que a AIR precisa conter, fator por fator, e como ela deixa de ser papel e vira controle real de onboarding.
A Lei Anticorrupção responsabiliza a empresa por ato de terceiro em seu interesse. Como reusar o pipeline de KYB para triar fornecedores: cadastro, QSA, sanções e sinais de fachada.
O que mandar para revisão humana num fluxo de verificação, como dimensionar fila e SLA, o contexto que o revisor precisa e o que a LGPD e a Circular BCB 3.978/2020 dizem sobre decisão automatizada.
A Resolução CD/ANPD 1/2021 organiza a fiscalização em monitoramento, orientação, prevenção e repressão. O que significa receber um requerimento de informações, o que é medida preventiva e como responder bem.
Liveness por flash de cores existe no mercado, e tela que pisca tem limite de segurança definido: o que diz o critério 2.3.1 do WCAG 2.2 e como fazer desafio ativo sem risco fotossensível.