Antifraude

Como os golpes de identidade funcionam na prática e quais controles técnicos separam um usuário legítimo de um ataque.

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Força bruta e credential stuffing: limitar sem trancar o cliente

Força bruta, credential stuffing e password spraying atacam o login de jeitos diferentes. O que a NIST SP 800-63B-4 e a OWASP pedem para cada um, e por que bloquear a conta inteira ajuda o atacante.

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MFA adaptativo: quando pedir o segundo fator

Quando pedir o segundo fator sem cansar quem é legítimo: o que a NIST SP 800-63B-4 diz sobre sinal de risco, qual fator pedir e por quanto tempo a prova vale.

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Senha vazada: como bloquear no cadastro e no login

O que a NIST SP 800-63B-4 e o OWASP ASVS 5.0 mandam checar contra senha vazada, em que momento, e o que fazer quando a senha certa do login também está num vazamento.

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3-D Secure no e-commerce: o que prova e quem fica com o prejuízo

O 3-D Secure troca dados entre loja e emissor para autenticar o portador. O que a especificação da EMVCo diz que ele faz, e como as regras públicas da Visa mudam a disputa por fraude quando a compra foi autenticada.

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Agente de IA no cadastro: quem preenche quando não é uma pessoa

Agentes de IA já navegam e preenchem formulários por pessoas. O que os padrões do W3C e da IETF permitem saber sobre o agente, o que deixam de fora e por que a verificação da pessoa continua sendo outra camada.

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Chip pré-pago tem cadastro obrigatório, mas o cadastro não é seu

O que a Lei 10.703/2003 obriga a operadora a guardar sobre o usuário de celular pré-pago, quem pode pedir esse cadastro, e por que um número registrado não prova que a linha está com a pessoa do seu cliente.

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Documento falso feito com IA: o que muda e o que segue igual

O alerta FIN-2024-Alert004 do FinCEN descreve contas abertas com documentos feitos por IA generativa. O que ficou mais barato para o fraudador, o que continua difícil e onde a análise de imagem deixa de bastar.

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Duplicata fria e nota sem lastro: o recebível que não existe

Duplicata fria é crime do art. 172 do Código Penal. Como conferir o lastro antes de antecipar: a nota fiscal na consulta oficial, a manifestação do destinatário e o que a duplicata escritural da Lei 13.775 registra.

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Empréstimo falso com taxa antecipada: o golpe visto da instituição

O golpe do falso empréstimo cobra uma taxa para liberar um crédito que não existe. O que a Lei 4.595, a Lei 7.492 e a Resolução CMN 4.935 dizem, e o que a instituição imitada e a que recebe a taxa podem fazer.

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Golpe do amor: do aplicativo de namoro à conta de passagem

O golpe do amor ganha a confiança da vítima e termina em transferências para contas que só repassam o dinheiro. Os sinais nos dois lados da transferência, pelo alerta do FinCEN e pela Carta Circular BCB 4.001.

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Holerite e extrato editados: a renda que o arquivo não prova

Holerite e extrato em PDF saem da mão do cliente e se editam com ferramenta comum. O que a Circular 3.978 pede sobre renda, o que os arts. 298, 299 e 304 do Código Penal separam e por que a fonte vale mais que o arquivo.

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O que a compressão JPEG apaga da perícia de um documento

Cada vez que a foto de um documento é salva em JPEG, detalhe e cor se perdem em blocos de 8 por 8 pixels. O que isso tira da análise de adulteração, com os números do método dos fantasmas JPEG de Hany Farid.

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QR Code Pix trocado: o que o pagador vê e o recebedor controla

No QR Code Pix o nome que aparece ao pagador vem do DICT, não da imagem impressa. Por que isso põe a defesa do golpe da troca na conta que recebe, e o que o regulamento dá ao recebedor para agir.

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Pirâmide e oferta irregular: o que a lei e a CVM chamam de cada um

A Lei 1.521/1951 chama a pirâmide de bola de neve; a Lei 6.385/1976 faz da oferta pública de investimento coletivo um valor mobiliário. Como separar os dois, e os sinais que a conta que recebe o dinheiro deixa.

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Pix Automático: a autorização recorrente e onde mora o risco

O Pix Automático debita sem autenticar a cada cobrança, e o risco de golpe mora em quem recebe. O que o Regulamento do Pix exige da autorização, a restrição de 2025 ao recebedor e quando o MED devolve.

6 min de leitura
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Recuperação de conta: o fluxo que o fraudador prefere ao login

Login forte não protege a conta se a recuperação aceita um código por SMS. As quatro classes de recuperação da NIST SP 800-63B-4, o que ela exige numa conta AAL2 e onde a verificação de identidade volta.

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CAPTCHA no cadastro: o que ele para e o que custa

O CAPTCHA barra automação barata, não o atacante que paga por resolução humana. O que o W3C e a WCAG 2.2 dizem, o custo em conversão e quais alternativas de desenho usar.

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Estimar idade pelo rosto: a precisão real e onde ela falha

O que a avaliação pública do NIST mede na estimativa facial de idade, por que o erro médio é a régua errada para barrar menor e como ler a taxa de falso positivo no ponto de corte.

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FMR e FNMR: como ler a taxa de erro que o fornecedor mostra

As duas taxas de um confronto 1:1, o limiar que as amarra, a condição de impostor de esforço zero em que o um em dez mil da NIST vale e as perguntas que revelam se o número do fornecedor mede alguma coisa.

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O chip do passaporte: o que a autenticação passiva prova

A assinatura dentro do circuito do passaporte prova origem e integridade dos dados, e não prova que o chip não é cópia. O que o Doc 9303 separa entre autenticação passiva, ativa e de chip.

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Como montar um time de prevenção a fraude do zero

Quando contratar o primeiro analista, como separar a operação da engenharia de regras, quais métricas acompanhar e onde a Circular BCB 3.978/2020 entra no desenho do time.

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Conta duplicada encontrada: o que fazer depois da busca 1:N

A busca biométrica apontou que o rosto novo já existe na base. Similaridade não é veredito: a triagem, os três desfechos possíveis e o que a LGPD exige antes de qualquer bloqueio.

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SIM swap: o ataque que transforma o SMS em prova fraca

Anatomia da troca de chip, por que o código por SMS prova posse do número e não da pessoa, o que o NIST SP 800-63B classifica como restrito e como combinar canais sem matar a conversão.

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Device fingerprinting: o que é possível sem violar a LGPD

Impressão digital de dispositivo é dado pessoal e a LGPD se aplica: qual base legal sustenta o uso antifraude, que limites valem na prática e por que sinal de dispositivo não deve recusar sozinho.

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Fraude de primeira parte, quando o próprio cliente é o golpista

Na fraude de primeira parte a identidade é verdadeira, então a verificação de cadastro passa. Veja os tipos que aparecem no Brasil, por que o KYC de abertura não a detém e quais sinais a revelam depois.

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Prova de vida: quanto custa de verdade rodar cada camada

Prova de vida não é um modelo, é uma fusão de camadas, e cada uma tem preço em milissegundos de CPU por quadro. O orçamento aberto, com números publicados e medidos, e a lição de compra que vem junto.

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Deepfake em verificação remota, a ameaça real e as defesas

O que um rosto sintético consegue contra a prova de vida, por onde ele entra no fluxo e por que defesa séria é em camadas. Com ISO/IEC 30107, as avaliações públicas do NIST e o alerta da Europol.

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Documento falso, como ele é produzido e como a análise detecta

Contrafação, adulteração, documento verdadeiro nas mãos erradas: as quatro famílias de fraude documental, o que os artigos 297 a 304 do Código Penal tipificam e onde a detecção automatizada enxerga cada uma.

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Onboarding digital e fraude de identidade, onde o funil vaza

Um mapa dos pontos de vazamento do cadastro digital, do dado declarado ao pós-aprovação: o que ataca cada etapa, qual controle fecha o furo e o que exigem a Lei 9.613/1998 e a Circular BCB 3.978/2020.

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Score de risco explicável: combinar sinais sem virar caixa-preta

Como combinar sinais de verificação num score auditável: portões e pesos em vez de média opaca, o que o art. 20 da LGPD exige de decisões automatizadas e o que versionar para sobreviver a auditoria.

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Detecção de contas duplicadas com biometria 1 para N

Bônus de boas-vindas e limites por usuário criam incentivo para a mesma pessoa abrir muitas contas. Como funciona a busca facial 1:N, o que dizem ISO/IEC 19795 e NIST, e os cuidados da LGPD.

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Injeção de câmera, o ataque que não passa pela lente

Câmera virtual e manipulação do fluxo de captura entregam vídeo falso direto ao software, fora do alcance da prova de vida. O que a ISO/IEC 30107 cobre, o que não cobre, e como se defender.

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Prova de vida, por que foto de foto engana sistema fraco

Ataques de apresentação são o jeito mais barato de fraudar biometria facial. O que a norma ISO/IEC 30107 define, como funciona a detecção e o que perguntar a quem vende liveness.

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